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APENAS UM COLECIONADOR !... DEFINIÇÃO: Telecartofilia designa o ato de colecionar cartões telefônicos. Com o advento da moderna tecnologia dos cartões telefônicos, que substituiu as moedas e, no Brasil, as antigas fichas telefônicas, as pessoas começaram a colecioná-los, separando-os e classificando-os por países, categorias, valores, temas ilustrativos, trocando-os e mesmo comercializando-os. Atualmente, algumas peças alcançam valores expressivos nesse mercado, o que estimula pessoas a colecioná-los como forma de investimento. Entre os fatores que determinam a valorização de determinadas peças encontram-se a tiragem reduzida, uma série específica, defeitos de fabricação, personalidades do momento, eventos esportivos, culturais, etc. A telecartofilia é uma forma de colecionismo em expansão, com um grande número de adeptos. Isso pode ser explicado devido a que os cartões telefônicos são baratos, fáceis de obter e manter, com temas variados e ilustrações atraentes. CONTATOS: katz-cs@hotmail.com ou prkatzenelson@gmail.com

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

NOVELAS - um mal desnecessário...


                                  "EXTRAIDO AS IMAGENS  DA INTERNET"

 Pensamento: 

"De que adianta PANICO se estamos ENGLOBANDO lixos em nossas casas,

   que no futuro nos fará RECORDAR o tempo perdido,

   por ter assistido novelas que trás más influências para

   a família brasileira, chega de "SER BESTA" !..."

    autor - Katzenelson Canuto

 Jejum de novelas

Se os espectadores querem usar as sandálias, brincos e até mesmo sáris indianos mostrados nas novelas, por que não iriam imitar o comportamento nem sempre exemplar de seus personagens?

O arcebispo metropolitano de Sorocaba, dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, pediu aos fiéis que façam “jejum de novelas” durante a Quaresma, período litúrgico consagrado à penitência e à meditação. O motivo alegado é que a teledramaturgia praticada pelas emissoras de TV (em geral; não citou um caso específico) distorce os valores defendidos pela Igreja Católica.

Os católicos representam 73,89% da população brasileira, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas baseado no Censo de 2000, e assim como outras religiões menos numerosas, porém igualmente incomodadas com a qualidade da programação, poderiam provocar uma revolução na televisão brasileira se concordassem em mudar de canal ou desligar a TV.

O problema é que a maior parte das pessoas não consegue enxergar uma relação direta entre o que se passa na telinha e suas vidas, nem busca coerência entre o que a TV mostra e seus próprios valores e convicções. Desde que foi introduzida na rotina dos brasileiros, há quase sessenta anos, a TV ocupou a posição central em muitos lares, passando a ditar conceitos e costumes, mas seu poder de influenciar vem sendo negligenciado, como se fosse apenas mais um eletrodoméstico e não um meio de comunicação.

As próprias emissoras de TV subestimam sua influência, embora admitam e gostem de destacar a sedução comercial exercida pelas novelas, capazes de alavancar as vendas de roupas e acessórios usados em cena pelos personagens.

A reforçar a tese, estão as tentativas das emissoras - bem-sucedidas algumas, porém ainda tímidas em relação à generalidade das produções -, de colocar em prática alguma responsabilidade social, embutindo temas da atualidade em suas tramas e mostrando, por meio dos personagens, problemáticas específicas de segmentos sociais, como a discriminação a deficientes, a homofobia ou a falta de órgãos para transplante.

Casos já célebres como o da novela global “Laços de família” (2000), até hoje a grande responsável por quase tudo que o brasileiro médio tem de informação sobre leucemia e transplante de medula óssea, infelizmente ainda são exceções e servem apenas para mostrar o quanto esse veículo poderia ser grande, se seus executivos e diretores de programação assim o permitissem.

Porém, mais que a falta de criatividade das histórias “água-com-açúcar” e - uma das marcas registradas do gênero -as visões estereotipadas de classes sociais, é a reprodução de valores e comportamentos condenáveis, supostamente a título de mostrar “a vida como ela é”, que gera maior preocupação entre as pessoas conscientes, religiosas ou não. Afinal, se os espectadores querem usar as sandálias, brincos e até mesmo sáris indianos mostrados nas novelas, por que não iriam imitar o comportamento nem sempre exemplar de seus personagens?

Até que ponto as “lições morais” reservadas aos últimos capítulos conseguem neutralizar a falta de ética, as trapaças e maldades mostradas em detalhes, ao longo de muitos meses? E o que dizer de assuntos delicados e até aflitivos para muitas pessoas, como a delicada inter-relação entre amor e sexo na adolescência, apresentados de maneira superficial e embalados, quase sempre, em conceitos inconsequentes no estilo “faça-o-que-manda-seu-coração”?

É uma pena que a maior parte dos brasileiros não cultive o hábito da leitura nem tenha acesso a outras formas de lazer, pois seria mais fácil desligar a TV e forçar as pessoas que fazem televisão aberta no Brasil a melhorar a qualidade do produto oferecido à população.

A grande esperança, mais uma vez, é a internet, que já começou a democratizar a difusão de conteúdo audiovisual, permitindo que as pessoas escolham o que e quando querem ver. Mudanças drásticas na TV comercial estão a caminho, e poderão sepultar em poucas décadas a televisão como a conhecemos. É só uma questão de tempo e de velocidade de transmissão na web, que cresce a cada dia.




Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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