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APENAS UM COLECIONADOR !... DEFINIÇÃO: Telecartofilia designa o ato de colecionar cartões telefônicos. Com o advento da moderna tecnologia dos cartões telefônicos, que substituiu as moedas e, no Brasil, as antigas fichas telefônicas, as pessoas começaram a colecioná-los, separando-os e classificando-os por países, categorias, valores, temas ilustrativos, trocando-os e mesmo comercializando-os. Atualmente, algumas peças alcançam valores expressivos nesse mercado, o que estimula pessoas a colecioná-los como forma de investimento. Entre os fatores que determinam a valorização de determinadas peças encontram-se a tiragem reduzida, uma série específica, defeitos de fabricação, personalidades do momento, eventos esportivos, culturais, etc. A telecartofilia é uma forma de colecionismo em expansão, com um grande número de adeptos. Isso pode ser explicado devido a que os cartões telefônicos são baratos, fáceis de obter e manter, com temas variados e ilustrações atraentes. CONTATOS: katz-cs@hotmail.com ou prkatzenelson@gmail.com

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sexta-feira, 5 de março de 2010

CURIOSIDADES - sobre Lévinas


Amigos,

Segue mais um artigo sobre algumas compilações de curiosidades sobre a vida dos filósofos e esse artigo contempla as curiosidades sobre o Lévinas.

Emmanuel Lévinas foi um filósofo francês bastante influenciado pela fenomenologia de Edmund Husserl, de quem foi tradutor, assim como pelas obras de Martin Heidegger e Franz Rosenzweig, o pensamento de Lévinas parte da idéia de que a Ética, e não a Ontologia, é a Filosofia primeira. É no face-a-face humano que se irrompe todo sentido. Diante do rosto do Outro, o sujeito se descobre responsável e lhe vem à idéia o Infinito.

Segue as curiosidades sobre ele:

Levinas solicitou que se colocasse uma faixa ao redor do livro Da Existência ao Existente com a seguinte sentença: “onde não se trata de angústia”.

Ele deixa a angústia do nada e parte para o horror do há da existência. Ou seja, o abandono do medo da morte em direção ao demais de si mesmo.

Levinas encontrou Sartre três vezes. Segundo Simone de Beauvoir, Sartre teria especialmente apreciado Teoria da Intuição na Fenomenologia de Husserl. Levinas teve grande admiração por Sartre. O filósofo teve contato com O Ser e o Nada logo que saiu do cativeiro.

Antes da guerra, o filósofo solicitou a nacionalidade francesa e a obteve. Terminou sua tese. Neste período, casou. Levinas prestou serviço militar em Paris no Regimento de Infantaria.

O filósofo rapidamente foi feito prisioneiro de guerra. Foi levado para a Alemanha, declarado judeu, passou para o campo de prisioneiros onde trabalhava de dia na floresta. A pé, atravessando o vilarejo diariamente para o trabalho, Levinas descreve que o olhar das pessoas, olhar de condenação, "dizia tudo".

Levinas conheceu Husserl já muito velho. A mulher de Husserl estudava francês com Levinas que se dirigia à casa do velho filósofo para este fim.

De Heidegger, Levinas teve a impressão de um autoritarismo austero. Tinha um grande respeito, admiração, por Heidegger, mas nunca esqueceu suas relações com Hitler.

O filósofo dizia que era difícil dialogar pessoalmente com Husserl em uma aula, questionar Husserl. Qualquer pergunta parecia ser respondida com uma conferência, com textos prontos.

Levinas chega à fenomenologia na França, ao conhecer por intermédio de uma amiga Husserl. Ao ler As Investigações Lógicas, o filósofo entendeu que estava diante de uma nova possibilidade de passar de uma idéia para outra, além dos aspectos induditos, dedutivos, intuitivos.

Desde seus primeiros estudos na França, a partir de 1924, Levinas nutriu uma sólida admiração pelo pensamento de Bergson. Idéias como a do infinito em cada pessoa, a excelência do bem, a duração, temporalidade, vários elementos impressionaram o filósofo.

Levinas chegou à Filosofia inicialmente pelas leituras dos autores russos. Os textos de autores judeus também o conduziram neste caminho. Por fim, quando sua família se muda para a França, onde vários professores de Filosofia lhe chamam a atenção, e o caso Dreyfus é discutido sob a ética em toda a Europa.

Desde os 6 anos de idade Lévinas teve aulas habituais de hebraico. Quando chega ao liceu, em Kharkov, tinha 11 anos e somente havia conhecido aulas particulares até então. Era muito raro judeus poderem cursar as melhores escolas e a família Lévinas comemorou o fato.

Era comum que a geração dos pais do fil?o iniciasse os jovens pelo hebraico. Mas tal geração compreendia que o caminho a seguir pelos jovens deveria passar pela cultura russa, pela línguua russa. Assim, era usual que nas famílias de origem judaica os pais falassem russo com os filhos.

O filósofo afirmava ter poucas recordações de sua infância. Lembra que o pai tinha uma livraria em Kovno, Lituânia. Tinha cerca de 8 anos quando começou a guerra em 1914. Havia uma forte cultura judaica na região, muitas sinagogas, diversos lugares onde estudar.

Fonte: BLOG DO NAZARETH

Revistas Filosofia (www.filosofia.com.br)

Paz e Curiosidades Fenomenológicas!!!

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