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APENAS UM COLECIONADOR !... DEFINIÇÃO: Telecartofilia designa o ato de colecionar cartões telefônicos. Com o advento da moderna tecnologia dos cartões telefônicos, que substituiu as moedas e, no Brasil, as antigas fichas telefônicas, as pessoas começaram a colecioná-los, separando-os e classificando-os por países, categorias, valores, temas ilustrativos, trocando-os e mesmo comercializando-os. Atualmente, algumas peças alcançam valores expressivos nesse mercado, o que estimula pessoas a colecioná-los como forma de investimento. Entre os fatores que determinam a valorização de determinadas peças encontram-se a tiragem reduzida, uma série específica, defeitos de fabricação, personalidades do momento, eventos esportivos, culturais, etc. A telecartofilia é uma forma de colecionismo em expansão, com um grande número de adeptos. Isso pode ser explicado devido a que os cartões telefônicos são baratos, fáceis de obter e manter, com temas variados e ilustrações atraentes. CONTATOS: katz-cs@hotmail.com ou prkatzenelson@gmail.com

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Conheça o testemunho de famosas que largaram o carnaval para ficar com Deus

Nomes como Susana Alves, Joana Prado, Monique Evans, Valéria Valença já foram referências no Carnaval no Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje elas não querem saber mais desta vida e vivem um novo tempo espiritual em suas vidas.
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Valeria Valença
Com 38 anos e mãe de dois filhos, saía todo ano na vinheta da emissora Rede Globo com apenas tinta e purpurina no corpo, mas foi despedida em 2005. A partir disso passou por um momento difícil na vida e caiu em profunda depressão. Buscou auxílio na Igreja Universal do Reino de Deus. “Conhecia Deus superficialmente, porque minha mãe era espírita e meu pai budista, mas depois que eu fui ao encontro de um grupo de funcionários evangélicos da Globo aconteceu o meu encontro com Deus”.Valença relata que não sente saudade do carnaval e que tudo aquilo é uma festa da carne, do mundo e que as pessoas pecam estando no meio.
 Testemunho - Valéria Valença

Na vida da ex-Globeleza, a mulata estonteante que anunciava o Carnaval na TV Globo é apenas um retrato na parede. Aliás, dois: um de 3 metros de altura, outro de 2 metros. Quando foi demitida, em 2005, Valéria Valenssa se tornou evangélica.

Hoje, aos 37 anos e longe da folia, dedica-se ao marido, Hans Donner, e aos dois filhos. E, desde julho deste ano, dá seu testemunho em um templo da Igreja Universal do Reino de Deus no Rio de Janeiro.

Valéria também arranja tempo para cuidar da produção de um musical infantil que deve estrear ainda este ano. O próximo trabalho voltado para crianças é um exemplo de sua vocação de mãe, já que encontra todo o tempo necessário no seu dia-a-dia para se dedicar aos filhos.

Antes de se tornar evangélica você tinha alguma religião? Nasci em um lar um pouco misturado. Minha mãe era espírita e meu pai, budista. Cresci nesse meio, freqüentava os dois templos. Mas eu era muito jovem. Não tinha preferência por um ou por outro.
A que você atribui o surgimento de sua vocação religiosa? Em 2004, quando meu segundo filho nasceu, a Rede Globo me avisou que estava à procura de uma nova Globeleza. Eu faria só mais uma vinheta, para o Carnaval de 2005. Estava 10 quilos acima do peso e cometi loucuras. Fiz lipoaspiração, coloquei próteses. Perdi os 10 quilos em apenas dois meses. E no fim fui mesmo substituída. Foi muito traumático, e um desrespeito enorme a mim e, principalmente, ao Hans, depois de catorze anos de trabalho. Caí em profunda depressão. Eu tinha o mundo a meus pés e, no dia seguinte, não tinha mais nada.
E por que a religião lhe pareceu uma saída? Meu grande exemplo de vida sempre foi (a cantora gospel) Aline Barros, que tem um brilho pessoal impressionante. Eu me inspirei nela para me juntar a um grupo de funcionários cristãos evangélicos da Globo, que se reúne perto da emissora. Foi ali que encontrei Deus.
Como foi esse encontro? Eu já conhecia Deus. Mas era algo superficial. Outro dia meu filho perguntou ao Hans se ele conhecia o Mike Tyson. E o Hans respondeu que só pela TV. Minha relação com Deus era mais ou menos assim. Quando cheguei a essa reunião, tive um encontro real. Chorei por uma hora e meia. A partir daquele momento, nunca mais me separei Dele. E hoje sou mais feliz, tenho outra visão de vida.
Em que essa visão é diferente? Se eu não estivesse na presença do Senhor, hoje ainda estaria buscando algo que preenchesse o vazio deixado pela Globeleza. Era como se naquele momento eu fosse uma criança e a Globo tivesse tirado o pirulito da minha mão.
Por que escolheu a Igreja Universal do Reino de Deus? Porque tem cultos em diversos horários.
Que mensagem você procura passar em seus testemunhos? A primeira coisa é o amor. Em seguida vem o respeito ao próximo, à família, ao casamento.
Você escreve seus testemunhos ou fala de improviso? Vou com um roteiro básico. Mas na hora escolho as palavras. Falo sobre a minha experiência de vida. Vim de uma família simples, tive dinheiro e fama, mas nada disso preencheu o vazio que havia dentro de mim. E conto como estou hoje. Não. Deixei de desfilar porque já tinha vivido tudo como a Globeleza. Com fantasia, sem fantasia. Já vivi de tudo. Agora estou em outra fase, só quero curtir a infância dos meus filhos. O Carnaval é uma festa da carne, uma festa do mundo. As pessoas lá estão pecando.
Sim. Mas eu não estava na presença do Senhor, não tinha os conhecimentos que tenho hoje. O futuro a Deus pertence. Mas gostaria de escrever um livro com meu testemunho e minha história de vida.

Joana Prado
A ex-feiticeira prefere nem falar quando o assunto é passado. Joana já participou de carnavais na Bahia em camarotes famosos e parou a avenida pela Salgueiro em 2000. Mas agora, com cinco anos de conversão e sobre a graça de Deus na Igreja Bola de Neve, não quer mais relembrar os velhos tempos de dançarina e diz que há muitas outras coisas bonitas para falar. Joana é casada com o lutador de vale-tudo Vítor Belfor, mãe de três filhos e uma autêntica dona de casa e mãe coruja.

Joana Prado (ex-Feiticeira) fala sobre sua fé em Jesus

Em uma entrevista ao site Ego (da Globo.com) Joana Prado (que ficou conhecida como “Feiticeira”) fala um pouco sobre sua fé em Cristo e suas novas prioridades. De acordo com a Joana, posar na Playboy, nunca mais.
Uma parte da matéria/entrevista você confere abaixo:
Joana Prado, faz tempo, não é mais a Feiticeira, moça que dançava de biquíni na televisão e que tirou a roupa três vezes para a “Playboy”. A loira agora é uma mulher “casada, mãe de três filhos e convertida (à religião evangélica)”, como ela mesmo se define. E se os hormônios de alguns insistentes não puderem ver isso, ela vai bater o pé, assim como fez em um programa (“João Inácio Show”, uma atração que vai ao ar no Ceará) que tentou mostrar imagens suas da época de Feiticeira. “Não sou obrigada a passar (por isso)”, diz, resolvida.
E bem resolvida ela é mesmo. Sabe que o importante nesse momento é cuidar da família, criar um “um lar, não uma casa” ao lado do marido, o lutador Vítor Belfort, e dos filhos Davi (6), Vitória (2) e Kyara (6 meses), e não fazer mais trabalhos que explorem o corpo, que continua com tudo em cima. “A lei da gravidade fez efeito”, brinca, bem humorada, sobre não ser mais a Feiticeira e sim a “Bagaceira”. Com vocês, Joana Prado.
EGO – A sua prioridade hoje, você pode dizer que são seus filhos, sua família?
Joana Prado – Com certeza. Para mim é Jesus em primeiro lugar, minha família em segundo e o trabalho em terceiro, sem dúvida.
Você sente que perdeu alguma coisa (na carreira) por ter tido filhos?
Joana Prado – Não, eu só ganhei. Não quero fazer apologia, mas sou muito bem resolvida. Acho que todas as fases da minha vida vivi muito intensamente. A época de Feiticeira era muito intenso, tranquei minha faculdade, fui fazer curso de teatro para entender o que era a personagem, eu bancava meus biquínis, senão estaria com aquele biquininho vermelho com aquelas pedrinhas até hoje. Chamei um estilista, o Valério Araújo, e disse: ‘vamos lá’. Agora vivo minha fase de mãe e dona-de-casa.

Recentemente você passou por uma saia justa na TV quando um apresentador quis colocar no ar imagens da Feiticeira. Por que ficou tão chateada?

Joana Prado – Aquilo foi um mal-entendido. Na verdade, mostraram só um pedacinho do programa, que foi uma parte que eu estava chorando. Não ligo de falar sobre a Feiticeira, não ligo que me chamem de Feiticeira. Faz parte da minha história, fiquei conhecida por isso, comprei uma cobertura no Morumbi com a grana da ‘Playboy’, comprei uma casa para minha mãe, comprei um monte de coisa nessa fase. O que me deixou constrangida é que ele quis mostrar a foto da ‘Playboy’. E isso eu já deixei muito claro, não sou obrigada a passsar. Não me sinto bem, porque sou casada, tenho três filhos, sou convertida.
Mas ele chegou a mostrar as imagens?
Joana Prado – Não, porque eu falei que se mostrasse levantaria e iria embora.
Alguém disse que você estava “cuspindo no prato em que comeu” por causa desse episódio?
Joana Prado – Falaram porque só viram aquele trecho [em que ela chora]. E naquele trecho dá para fazer essa interpretação de que estou cuspindo no prato em que comi e não é isso. Tanto que eu falo que não ligo que me chamem de Feiticeira. Se prefiro ser chamada de Joana? Claro que sim, mas não ligo. Se alguém diz ‘oi, Feiticeira’, eu até brinco que hoje não é mais Feiticeira, é Bagaceira (risos).
Você se arrepende de alguma coisa que fez?
Joana Prado – Me arrependo de não ter feito intercâmbio quando tinha 15 anos. Me arrependo quando pego pesado com meus filhos.
E na sua carreira?
Joana Prado – Arrependimento é não querer fazer aquilo que você já fez. A minha época de Feiticeira foi uma fase, naquele momento valeu a pena, hoje em dia não. Até brinquei com uma pessoa que trabalha na “Playboy”: “olha, você nem vem me sondando” porque para a ‘Playboy’ eu digo nunca. Feiticeira de novo? Não, primeiro porque a lei da gravidade fez efeito (risos) e depois porque é outra história a minha vida agora.
Monique Evans
Membro da Igreja Sara Nossa Terra resolveu ficar afastada do carnaval. Mas no ano passado, 2009, a ex-jurada do ‘Programa do Chacrinha’ desfilou na Sapucaí pela escola ‘Acadêmicos do Grande Rio’, 12 anos após o seu último desfile, em 1997. Monique que desfila desde 1985, já desfilou pela Estácio de Sá, Ilha do Governador, São Clemente e Mocidade.
Monique Evans

Monique Evans foi, por muito tempo, a apresentadora do programa erótico Noite Afora, da Rede TV!. O trabalho virou problema, porém, quando ela teve que levá-lo em paralelo com a igreja preferida dos famosos, Bola de Neve.Em um culto, ela anunciou aos fiéis presentes que estava deixando o programa.
 
Mônica Paulo
Além de Monique, a “Vovózuda” como é conhecida a ex-modelo Mônica Paulo, por ter sido vovó aos 33 anos, também abandonou as avenidas para freqüentar a Sara Nossa Terra. Segundo a ex-modelo, havia um vazio dentro dela e que foi preenchido por Jesus.
 
Susana Alves
Dançarina que ganhou fama no papel de “tiazinha”, já passou pela ‘Gaviões da Fiel’, Tradição e outras escolas do grupo de acesso. Atualmente Susana Alves se dedica a vida de atriz e tem um compromisso com a igreja onde freqüenta.


Regina de Oliveira Soares
Conhecida como Regininha Poltergeist, 38 anos, a atriz que no passado saiu na capa de 11 revistas masculinas, atuou em três filmes pornográficos nos anos 80 e fez muita folia, também mudou de vida. Hoje trabalha em uma loja de eletroeletrônicos na zona Sul do Rio de Janeiro e é evangélica da Igreja Bola de Neve da Barra (RJ). Regina se converteu após passar por uma crise de depressão e buscou a Deus para que a libertasse. “Prometi a Deus que se me recuperasse me converteria e seria evangelizadora. Arrependo-me muito dos filmes que fiz”, disse a ex-poltergeist.

Fonte: Creio / Gospel+

Um comentário:

  1. QUE DEUS ABENÇÕES VCS,GRAÇAS A DEUS VCS FORAM RESGATADAS A TEMPO,ROTOLOS DE IGREJA NÃO SIGUINIFICA NADA,O QUE VALE DE TUDO ISSO É VCS TEREM PREENCHIDO ESSE VAZÍO NO CORAÇÃO QUE SE CHAMA AMOR (DEUS)UM ABRAÇO BEM FORTE DA IRMÃ EM CRISTO JESUS.TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE. BJUSSSSSS.MBSM.

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