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APENAS UM COLECIONADOR !... DEFINIÇÃO: Telecartofilia designa o ato de colecionar cartões telefônicos. Com o advento da moderna tecnologia dos cartões telefônicos, que substituiu as moedas e, no Brasil, as antigas fichas telefônicas, as pessoas começaram a colecioná-los, separando-os e classificando-os por países, categorias, valores, temas ilustrativos, trocando-os e mesmo comercializando-os. Atualmente, algumas peças alcançam valores expressivos nesse mercado, o que estimula pessoas a colecioná-los como forma de investimento. Entre os fatores que determinam a valorização de determinadas peças encontram-se a tiragem reduzida, uma série específica, defeitos de fabricação, personalidades do momento, eventos esportivos, culturais, etc. A telecartofilia é uma forma de colecionismo em expansão, com um grande número de adeptos. Isso pode ser explicado devido a que os cartões telefônicos são baratos, fáceis de obter e manter, com temas variados e ilustrações atraentes. CONTATOS: katz-cs@hotmail.com ou prkatzenelson@gmail.com

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Marcas do Dilúvio - parte III

Dando continuidade em nosso estudo sobre a veracidade ou não de um Dilúvio Universal conforme é relatado na Bíblia.

COMPARANDO OS NOMES
Mais interessante que a comparação dos números é a equiparação fonética entre os patriarcas bíblicos e os nomes que aparecem nas listagens mesopotâmicas. No capítulo anterior já fizemos uma breve referência ao nome de Adão que também aparece modificado nesses documentos. Aqui vamos nos deter em apenas duas listas (uma cuneiforme e outra de Beroso) e compará-las com o texto Bíblico. A correspondência genealógica entre elas não será, é claro, absolutamente exata. Não obstante, a semelhança entre alguns nomes é incrível!
Antes, porém, é importante mencionar que os nomes próprios geralmente provêem de raízes etimológicas que são adaptadas a um idioma derivado ou a um acento regional que os modifica. O nome Jesus que na região sul é pronunciado com um "e" mais fechado torna-se, no nordeste, Jésus (com ênfase no "e" bem mais aberto). Os americanos já pronunciam de maneira ainda mais diferenciada. Eles dizem algo como Jzeezâz com um alongamento do "e" e uma típica marcação da última vogal "u" pronunciada como se fosse um "a". Mas, em qualquer um desses três casos, a grafia pemaneceu inalterada. Todos escrevem "Jesus".
Noutros casos, a adaptação do nome pode demandar uma variação maior de letras ou de formato. Temos como exemplo o nome brasileiro "Vagner" que é uma pequena alteração - apenas na letra "V" - do alemão "Wagner" que quer dizer "construtor de vagões". Para os ingleses a alteração foi um pouco maior, "Waggoner", embora a base fonética tenha permanecido a mesma.
Nas línguas antigas o fenômeno lingüístico era o mesmo. O deus-sol, por exemplo, recebia no antigo tronco semita o nome de Shamash. Mas o acentuado sotaque hebraico fez com que o Antigo Testamento o vertesse para Shemesh como podemos encontrar em Jeremias 43:13 (5). No idioma ugarítico a mudança foi ainda maior, que sua vocalização passou a ser Shapsh. Isso esclarece a afirmação de que Adam e Adapa podem ser variações do nome de Adão.
Munidos destas informações vejamos o paralelismo lingüístico entre as listagens sumeriana, de Beroso e da Bíblia:
lista
É claro que, como já foi dito, nem todos os nomes de patriarcas bíblicos possuem uma correspondência clara para longe de qualquer questionamento. Mesmo os especialistas mais renomados debatem entre si quanto à grafia e a correlação exata entre alguns nomes. Para alguns, Alarapus teria se corrompido e se transformado em Abel. Para outros, seria um correspondente de Sete ou até mesmo Adão.
Porém a despeito de algumas divergências, é reconhecido no mundo acadêmico que alguns pares de nomes possuem uma correspondência muito interessante que não pode ser ignorada, vejamos alguns casos:
1. AMELON, o terceiro nome que da lista de Beroso, é claramente derivado de Enmenluanna - coincidentemente, o terceiro também da lista cuneiforme. Ambas as formas parecem vir da raiz amelu, que significa "homem" em acadiano. Ora, na lista genealógica de Adão (Gen 5:6) o terceiro nome que aparece é o de Enos (no hebraico enosh), que também significa "homem".
2. AMMENON, que não parece possuir correspondente na lista cuneiforme, vem provavelmente do acadiano ummanu que quer dizer "artífice". Cainan (cuja abreviatura seria Caim) também significa "artífice" ou "aquele que trabalha com metais" - uma óbvia relação temática com o acadiano. Quanto à falta de correspondente entre esse termo e lista cuneiforme, devemos nos lembrar que a genealogia de Cristo apresentada por Lucas também acrescenta nomes que não aparecem em Gênesis 5 ou I Crônicas 1:1-4. Abreviações e omissões voluntárias de alguns nomes não são impossíveis de ocorrer no trabalho do escriba.
Onde ela está?
"Faze para ti uma arca de madeira de gôfer: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora.
Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados [
133 ou 155 metros], a sua largura de cinqüenta [22 ou 26 metros] e a sua altura de trinta [13 ou 15 metros].
Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado [
cerca de 50 centímetros] de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro." Gênesis 6.14-16
A variação dos tamanhos se deve ao fato de não se saber se a medida era em côvado mesopotâmico ou egípcio (da época de Moisés). De qualquer modo, 1 côvado corresponde a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio.
"No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Ararate.
E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes."
Gênesis 8.4-5
O relato bíblico original descreve que a arca repousou sobre as "montanhas de RRT", que em hebraico é o antigo reino de Urartu (leste da atual Turquia e norte do Irã), região da antiga Armênia, mais tarde traduzido para Ararate como é conhecido até hoje. Como este nome foi herdado do antigo reino, não se pode afirmar com certeza que "montanhas de RRT" sejam a cadeia formada pelos dois montes que formam o Ararate, pois a região é recheada de montanhas altas. Aliás, o nome Ararate foi atribuído no ano de 1105.

Muitos têm ido ao famoso monte mas nada encontram além de uma grande rocha coberta pela neve que acreditam ser a arca fossilizada. Arqueólogos e aventureiros fazem excursões ao Ararate nos meses de Agosto e Setembro (época de verão na Turquia), quando a neve derrete, na esperança de colherem dados sobre o objeto com fotos e filmagens.
image
Uma outra história surgiu a partir de uma foto aérea em 1959, onde mostra uma formação rochosa em formato de navio, levando o governo da Turquia a aceitá-la como a verdadeira Arca estabelecendo em 20/6/1987 o Parque Nacional da Arca de Noé.
Documentário sobre a descoberta: clique.
Recentemente o canal National Geographic fez um documentário sobre o assunto:
Wesley Alfredo G. de Arruda é estudante da 7ª série do Ensino Fundamental II e se interessa por arqueologia desde os seus quatro anos.
Referências:
Origins, Ariel A. Roth
A Arqueologia e os Enigmas da Bíblia, Louis Frederic
Escavando a verdade, do Doutor e Pastor Rodrigo P. Silva, capítulo 7, Testemunhos do Dilúvio.
O artigo Escavando a verdade, do Teólogo Luiz Gustavo de Assis.
E a Bíblia tinha razão, de Werner Keller, com citações das descobertas de Leonard Wooley.
A História da Vida, do jornalista Michelson Borges, capítulo 6, pags. 144 a 146.
Ciência da Criação – Hugo Hoffmann
Arqueologia e Escatologia Bíblica – A Arca de Noé

Mitos da Criação-parte 1


A Bíblia pinta o quadro da Criação e da Queda de forma simples e direta (o primeiro verso de Gênesis diz: “No princípio, criou Deus os céus e a terra”). E se os primeiros capítulos de Gênesis fossem aceitos como relato histórico fidedigno, muitas dúvidas a respeito dos efeitos da maldade sobre o mundo e mesmo sobre o caráter de Deus seriam desfeitas. Afinal, como explicar a existência da morte, das doenças, das tragédias, da violência e de todas as mazelas que parecem fazer parte inerente da humanidade? Como aceitar que um Deus de amor crie flores e também espinhos? Como aceitar que, para sobreviver, animais tenham que se alimentar uns dos outros? Teriam a cadeia alimentar e a morte sido criadas como elementos constitutivos normais da criação de Deus? Difícil aceitar essas contradições e fácil entender por que muitos acabam enveredando pelos caminhos do ceticismo e do ateísmo.

Mas por que será que essa resistência quanto à historicidade do livro bíblico de Gênesis tem se intensificado cada vez mais? É comum ver livros, artigos, filmes e estudiosos de diversas áreas – inclusive teólogos – apresentando o relato da Criação como uma alegoria ou “conto da carochinha”. Na verdade, o inimigo de Deus vem preparando o terreno para isso faz muito tempo. E começou com os chamados mitos de criação.

Quando os relatos de culturas antigas a respeito da criação do mundo são analisados, logo de início se pode perceber a diferença entre eles e o texto bíblico sobre as origens. Note alguns deles:

Após Anu ter criado os céus,
E os céus terem criado a terra,
E a terra ter criado os rios,
E os rios terem criado os canais,
E os canais terem criado o pântano,
E o pântano ter criado o verme,
O verme procurou Shamash chorando,
Suas lágrimas se derramando diante de Ea:
“O que me darás como comida,
O que me darás para beber?”
“Eu te darei o figo seco
E o damasco.”
“O que representam eles para mim? O figo seco
E o damasco!
Eleve-me, e entre os dentes
E as gengivas deixe-me morar!...”
Por teres dito isto, ó verme,
Possa Ea destruir-te com a força da
Sua mão!


Esse texto faz parte de um encantamento contra o verme que os assírios de 1000 a.C. imaginavam que provocava a dor de dente. Ele começa com a origem do Universo e termina com a “cura” da dor de dente.

Agora leia estes outros:

“O que são vocês? De onde vieram? Nunca vi algo como você.” O criador Raven olhou para o homem e ficou... surpreso em descobrir que aquele novo ser estranho era muito parecido com ele. – Mito esquimó da criação.

Na Arean estava sozinho no espaço como uma nuvem que flutua no nada. Não dormia porque não havia sono, não estava faminto porque não havia fome. Assim permaneceu por muito tempo, até que veio um pensamento à sua mente. Disse a si mesmo: “Eu farei uma coisa.” – Mito do Maiana, Ilhas Gilbert.

Primeiro havia o grande ovo cósmico; dentro do ovo era o caos, e flutuando no caos estava P’an Ku, o Não Desenvolvido, o divino Embrião. E P’an Ku brotou do ovo, quatro vezes maior do que qualquer homem de hoje, com um martelo e um cinzel em suas mãos, com os quais moldou o mundo. – Mito de P’an Ku, China (por volta do século 3).

A criação do mundo não terminou até que P’an Ku morreu. Somente sua morte pôde aperfeiçoar o Universo: de seu crânio surgiu a abóbada do firmamento, e de sua pele a terra que cobre os campos; de seus ossos vieram as pedras, de seu sangue, os rios e os oceanos; de seu cabelo veio toda a vegetação. Sua respiração se transformou em vento, sua voz, em trovão; seu olho direito se transformou na Lua, seu olho esquerdo, no Sol. De sua saliva e suor veio a chuva. E dos vermes que cobriam seu corpo surgiu a humanidade. – Ibidem.

Embora seja um erro usar valores e símbolos de nossa própria cultura na interpretação de mitos de outras culturas, há detalhes que se repetem nos diversos mitos e que são impossíveis de se passar por alto. Invariavelmente os mitos fazem referência a deidades limitadas, que por vezes não sabem exatamente o que fazem, criam as coisas por acidente ou até morrem. Noutros casos, os deuses são violentos, vingativos e cheios de paixão (como os deuses do panteão grego, por exemplo). Há mitos que mencionam animais falando por si sós e coisas inanimadas dando origem espontaneamente à vida, isso quando a própria natureza, ou elementos dela, não são divinizados.

Sem querer fazer uma análise do ponto de vista da antropologia cultural (deixemos isso para os antropólogos), quero apenas ressaltar que, à medida que o tempo passava e as comunidades humanas se espalhavam a partir do ponto de origem, os relatos a respeito da Criação iam tomando contornos próprios e incorporando elementos que, comparados ao relato bíblico, soam bastante estranhos. (Embora praticamente todos os mitos concordem num ponto: o Universo teve um início.) [Continua...]

Michelson Borges

Mitos da Criação-parte 2


Apesar das discrepâncias entre os mitos de criação, há também coincidências que surpreendem. Em meu livro Por Que Creio (CPB), publiquei uma entrevista com o doutor em Teologia com especialidade em Arqueologia, Rodrigo Pereira da Silva. Nela, Rodrigo mostra algumas dessas “coincidências” impressionantes. Ele aponta documentos como o Enuma Elish, o Épico de Atrahasis e o Épico de Gilgamesh como tendo fortes paralelos com a descrição bíblica da criação do mundo, a queda do ser humano e a vinda de um dilúvio sobre a Terra. “Por causa dessas similaridades, alguns historiadores têm sugerido que o relato bíblico não passa de um plágio de documentos mais antigos. Entretanto, as diferenças (que são muito mais significativas que as similaridades) fazem supor não uma cópia de material, mas antes uma referência múltipla aos mesmos eventos”, comenta Rodrigo.

K. A. Kitchen escreveu, em Ancient Orient and Old Testament: “A suposição comum de que este relato [bíblico] é simplesmente uma versão simplificada de lendas babilônicas é um sofisma em suas bases metodológicas. No antigo Oriente Próximo, a regra é que relatos e tradições podem surgir (por acréscimo ou embelezamento) na elaboração de lendas, mas não o contrário. No antigo Oriente, as lendas não eram simplificadas para se tornar pseudo-história, como tem sido sugerido para o Gênesis.”

Muitos pesquisadores como Levi Strauss, que consideram o relato da Criação um mero mito, admitiram que uma grande surpresa e perplexidade surge do fato de que esses temas básicos para os mitos da Criação são mundialmente os mesmos em diferentes áreas do globo.

A. G. Rooth analisou cerca de 300 mitos de criação encontrados entre tribos indígenas norte-americanas e concluiu que, a despeito de certa variação de costumes e outros fatores culturais, os mais variados grupos concordavam em alguns temas principais. Por que essas similaridades de idéias míticas e imagens abundam em culturas tão distantes umas das outras? Rodrigo responde: “A resposta, creio, não poderia ser outra senão a de que todas as tradições se encontram num mesmo evento real que, de fato, ocorreu em algum ponto da história antiga. Esse evento tem que ver com uma criação divina do planeta Terra e uma conseguinte queda moral da humanidade, que então se coloca à espera da redenção prometida.“

As similaridades dos mitos, portanto, apontam para o mesmo evento: a criação do mundo por uma Divindade. As diferenciações, “floreios” e distorções, ficam por conta dos homens que se encarregaram de redigir suas versões da história da Criação. E é aqui que começa o problema.

Acredito que tenha havido um dedo do inimigo de Deus aí. E como tudo o que ocorre neste mundo tem relação direta ou indireta com o grande conflito cósmico entre o bem e o mal, não seria demais supor que Satanás ajudou a difundir as mais absurdas idéias sobre a origem do Universo e da vida. Assim, numa era mais esclarecida, fundamentada no pensamento científico, nivelar os mitos de criação com o relato de Gênesis seria algo quase inevitável. E foi, de fato, o que ocorreu.

Mas qual é o interesse do inimigo nisso? Simples. O livro de Gênesis é a base de toda a cosmovisão do cristianismo, bem como do judaísmo e do islamismo, religiões que, juntas, abarcam grande parte da população mundial. Especialistas em Novo Testamento dizem que a doutrina de Cristo está edificada sobre a revelação do Antigo Testamento, que, por sua vez, repousa inteiramente sobre o relato de Gênesis. Se a história da queda não aconteceu de fato, Adão e Eva não cometeram pecado e não havia do que a humanidade ser salva. Assim, a crença na morte expiatória de Cristo perde completamente seu significado. Você compreende as implicações? Entende por que modelos científico-filosóficos como o evolucionismo ganharam tanto espaço, especialmente entre as culturas de formação judaico-cristã? Entende por que o ceticismo, o materialismo e o ateísmo avançaram tanto? Minimizando o relato da criação de Gênesis e igualando-o aos demais mitos das culturas ancestrais, acredito que Satanás conseguiu fazer as pessoas considerarem a Bíblia um alicerce frágil, incapaz de prover respostas para as grandes questões sobre a origem de tudo.

Satanás sabe que Deus é o Criador Todo-Poderoso que pode, pelo mesmo poder que trouxe tudo do nada à existência, recriar o ser humano pecador à Sua imagem. Sabe que homens e mulheres só podem ser plenamente realizados numa relação de amizade e comunhão com Seu Criador; por isso faz de tudo para que as pessoas se afastem do único caminho que as pode tornar verdadeiramente felizes.

Com os diferentes mitos de criação, o inimigo de Deus começou a preparar o palco chamado Terra para seus diabólicos atos seguintes, sempre com o mesmo objetivo: afastar homens e mulheres do Criador e de Sua revelação escrita, distorcendo-Lhe o caráter e arrebanhando mais e mais figurantes para sua peça macabra.

Não se esqueça: o anjo caído não dá ponto sem nó. Seus planos vêm sendo arquitetados há muito e logo chegarão a um desfecho. Precisamos estar apercebidos disso.

(Leia, por exemplo, Gênesis 1:1, Jó 12:7-9, Neemias 9:6 e Hebreus 1:10 e 11:3, para ter uma amostra das declarações bíblicas sobre a criação de Deus.)

Michelson Borges

Bíblia: mito ou realidade?

Conta a anedota que uma mulher de Manhattan que morava próximo à ferrovia ligou para a companhia para reclamar de danos em seu apartamento causados pela passagem dos trens. Ela alegou que pedaços do reboco de seu quarto estavam se desprendendo devido à vibração e exigia indenização. Dois meses depois, no momento em que ela se preparava para entrar no banho, a campainha tocou. Com a toalha enrolada no corpo, ela espiou pelo olho mágico e viu um homem de boné, uniforme e crachá. Era o técnico da companhia de trem. Justo naquele momento?! Dali a poucos minutos, ela teria que comparecer a uma entrevista de emprego.

A mulher tentou explicar a situação, mas o técnico disse que teria que anotar em seu relatório que a cliente não pôde recebê-lo, e disse também que uma nova visita poderia demorar outros dois meses. Contrariada, ela pediu que o homem entrasse, se dirigisse ao quarto, sentasse ao pé da cama e esperasse o trem que passaria dentro de poucos minutos. Enquanto isso, ela tomaria banho e trocaria de roupa no banheiro.

O que ela não esperava era que o noivo chegasse naquele momento para lhe fazer uma surpresa, oferecendo-lhe carona até o local da entrevista. Como tinha a chave do apartamento, ele foi logo entrando e se dirigiu ao quarto.

– O que significa isso?! – gritou para o rapaz sentado na cama, que empalideceu instantaneamente.

– O senhor acreditaria se eu lhe dissesse que estou esperando o trem?

Deixando a graça – e a imprudência da moça – de lado, essa história revela um fato curioso: por mais inverossímil que seja um relato, ele pode ser a pura expressão da verdade.

Deus criou o mundo em sete dias. O diabo usou uma serpente para enganar a primeira mulher. Um dilúvio cobriu toda a Terra e apenas uma família e representantes das espécies terrestres de animais foram salvos numa grande arca de madeira. Deus criou a diversidade de línguas para impedir a construção da Torre de Babel. Escravos cruzaram o Mar Vermelho que se abriu diante deles. Jesus curou paralíticos, deu vista aos cegos e até ressuscitou mortos. Isso tudo é possível? Trata-se de fatos reais ou meras alegorias para transmitir verdades espirituais? É preciso analisar os fatos antes de chegar a uma conclusão precipitada.

1. A Criação. Quando analisamos os relatos ou mitos de criação antigos, percebemos semelhanças interessantes com o texto Bíblico. Exemplo: o Enuma Elish, datado do 7º século a.C., traz sete tabletes de argila que descrevem a criação do mundo dividida em sete partes. Apesar das diferenças, as semelhanças entre esses mitos e o relato bíblico apontam para uma mesma fonte primordial. Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo da Universidade de Liverpool, Inglaterra, e especialista em literatura do antigo Oriente Médio afirma que geralmente na cultura literária daquela região os relatos mais simples contêm a narrativa original de um evento. Quando comparado com os mitos babilônicos, assírios, hititas e egípcios, o relato da criação em Gênesis desponta como a versão menos elaborada, logo, original. Mais: De onde teria surgido o ciclo semanal, que não depende de movimentos de corpos celestes, como os dias, os meses e os anos? E como ficaria o quarto mandamento da lei de Deus, que estabelece a guarda do sábado semanal – “porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11) –, caso a semana da Criação não fosse literal?

2. A Queda. De modo semelhante, o relato da queda pelo engano da serpente é sugerido em outras culturas. Um selo mesopotâmico do 3º milênio a.C. traz a imagem de um casal sentado em frente a uma árvore com uma serpente por trás deles. Resquícios dessa história são encontrados em outras culturas, apontando igualmente para um relato primordial.

3. O Dilúvio. Mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo preservaram relatos de uma grande inundação que destruiu a Terra e da qual foram salvas algumas pessoas num grande barco. Além disso, há várias evidências geológicas que apontam para uma tremenda catástrofe hídrica. Exemplo: cerca da metade dos sedimentos continentais são de origem marinha; são encontrados em montanhas fósseis de animais marinhos; os estratos da coluna geológica se apresentam de forma paralela em grandes extensões, sem revelar sinais de erosão entre as camadas, o que indica uma formação rápida; etc.

4. A Torre de Babel. Os zigurates encontrados em Ur, no Iraque, e que eram usados para facilitar o contato dos sacerdotes com os deuses, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos. Além disso, estudos línguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que se recua no tempo.

5. O Êxodo. Estudos indicam que, de fato, houve escravos hebreus no Egito, como atestam pinturas nas paredes de pirâmides. E um papiro do sacerdote egípcio Ipuwer menciona, inclusive, algumas das pragas que assolaram a nação. Há diversas palavras e expressões hebraicas nas narrativas do livro de Êxodo que são claramente de origem egípcia, o que indica a autoria de alguém versado em ambos os idiomas e conhecedor do local de origem do relato. Por que, então, duvidar do restante do relato do livro bíblico do Êxodo?

6. Milagres de Jesus. Fontes extrabíblicas, como o historiador judeu do 1º século Flávio Josefo e o Talmude, importante obra do judaismo concluída por volta do ano 500 d.C., sugerem que Jesus de Nazaré foi responsável por feitos miraculosos. Quando Jesus ressuscitou, os maiores interessados em desmentir o fato eram os líderes judaicos e os soldados romanos. Mas eles não puderam fazer isso. O surgimento do cristianismo em Jerusalém só pode ser explicado por meio da ressurreição de Jesus Cristo, uma vez que se o corpo dEle ainda estivesse na tumba de José de Arimatéia, a crença num Messias ressurreto seria infundada e insana.

E o mais interessante é que Jesus, o Filho de Deus, confirmou todos os eventos bíblicos citados acima ao fazer referência a eles como fatos históricos e não meras alegorias.

Michelson Borges - Criacionismo

O Novo Testamento é historicamente confiável?

Foi questionada no blog www.criacionismo.com.br a veracidade histórica do Novo Testamento (NT). Há muitos bons livros no mercado sobre isso, mas procurei reproduzir aqui, de forma resumida, as dez razões apresentadas no livro Não tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu (Vida), pelas quais sabemos que os autores do NT disseram a verdade.

1. Os autores do NT incluíram detalhes embaraçosos sobre si mesmos. A tendência da maioria dos autores é deixar de fora qualquer coisa que prejudique sua aparência. É o “princípio do embaraço”. Agora pense: Se você e seus amigos estivessem forjando uma história que você quisesse que fosse vista como verdadeira, vocês se mostrariam como covardes, tolos e apáticos, pessoas que foram advertidas e que duvidaram? É claro que não. Mas é exatamente isso que encontramos no NT. Se você fosse autor do NT, escreveria que um dos seus principais líderes foi chamado de “Satanás” por Jesus, negou o Senhor três vezes, escondeu-se durante a crucifixão e, mais tarde, foi repreendido numa questão teológica?

O que você acha que os autores do NT teriam feito se estivessem inventando uma história? Teriam deixado de lado a sua inaptidão, sua covardia, a repreensão que receberam, as negações e seus problemas teológicos, mostrando-se como cristãos ousados que se colocaram a favor de Jesus diante de tudo e que, de maneira confiante, marcharam até a tumba na manhã de domingo, bem diante dos guardas romanos, para encontrarem o Jesus ressurreto que os esperava para salvá-los por sua grande fé! Os homens que escreveram o NT também diriam que eles é que contaram às mulheres sobre o Jesus ressurreto, que eram as únicas que estavam escondendo-se por medo dos judeus. E, naturalmente, se a história fosse uma invenção, nenhum discípulo, em momento algum, teria sido retratado como alguém que duvida (especialmente depois de Jesus ter ressuscitado).

2. Os autores do NT incluíram detalhes embaraçosos e dizeres difíceis de Jesus. Os autores do NT também são honestos sobre Jesus. Eles não apenas registraram detalhes de uma auto-incriminação sobre si mesmos, mas também registraram detalhes embaraçosos sobre seu líder, Jesus, que parecem colocá-Lo numa situação bastante ruim. Exemplos: Jesus foi considerado “fora de Si” por Sua mãe e Seus irmãos, por quem também foi desacreditado; foi visto como enganador; foi abandonado por Seus seguidores e quase apedrejado certa ocasião; foi chamado de “beberrão” e de “endemoninhado”, além de “louco”. Finalmente, foi crucificado como malfeitor.

Entre as situações teologicamente “embaraçosas”, encontramos as seguintes: Ele amaldiçoa uma figueira (Mat. 21:18); Ele parece incapaz de realizar milagres em Sua cidade natal, exceto curar algumas pessoas doentes (Mar. 6:5); e parece indicar que o Pai é maior que Ele (João 14:28). Se os autores do NT queriam provar a todos que Jesus era Deus, então por que não eliminaram dizeres e situações complicados que parecem argumentar contra a Sua deidade? Os autores do NT foram extremamente precisos ao registrar exatamente aquilo que Jesus disse e fez.

3. Os autores do NT incluíram as exigências de Jesus. Se os autores do NT estavam inventando uma história, certamente não inventaram uma que tenha tornado a vida mais fácil para eles. Esse Jesus tinha alguns padrões bastante exigentes. O Sermão do Monte (Mateus 5), por exemplo, não parece ser uma invenção humana. São mandamentos difíceis de ser cumpridos pelos seres humanos e parecem ir na direção contrária dos interesses dos homens que os registraram. E certamente são contrários aos desejos de muitos hoje que desejam uma religião de espiritualidade sem exigências morais.

4. Os autores do NT fizeram clara distinção entre as palavras de Jesus e as deles. Embora não existam aspas ou travessão para indicar uma citação no grego do século I, os autores do NT distinguiram as palavras de Jesus de maneira bastante clara. Teria sido muito fácil para esses homens resolverem as disputas teológicas do primeiro século colocando palavras na boca de Jesus. E fariam isso também, caso estivessem inventando a “história do cristianismo”. Teria sido muito conveniente para esses autores terminar todo debate ou controvérsia em torno de questões como circuncisão, leis cerimoniais judaicas, falar em línguas, mulheres na igreja e assim por diante, simplesmente inventando citações de Jesus. Mas eles nunca fizeram isso. Mantiveram-se fiéis ao que Jesus disse e não disse.

5. Os autores do NT incluíram fatos relacionados à ressurreição de Jesus que eles não poderiam ter inventado. Eles registraram que Jesus foi sepultado por José de Arimatéia, um membro do Sinédrio – o conselho do governo jadaico que sentenciou Jesus à morte por blasfêmia. Esse não é um fato que poderiam ter inventado. Considerando a amargura que certos cristãos guardavam no coração contra as autoridades judaicas, por que eles colocariam um membro do Sinédrio de maneira tão positiva? E por que colocariam Jesus na sepultura de uma autoridade judaica? Se José não sepultou Jesus, essa história teria sido facilmente exposta como fraudulenta pelos inimigos judaicos do cristianismo. Mas os judeus nunca negaram a história e jamais se encontrou uma história alternativa para o sepultamento de Jesus.

Todos os quatro evangelhos dizem que as mulheres foram as primeiras testemunhas do túmulo vazio e as primeiras a saberem da ressurreição. Uma dessas mulheres era Maria Madalena, que Lucas admite ter sido uma mulher possuída por demônios (Luc. 8:2). Isso jamais teria sido inserido numa história inventada. Uma pessoa possessa por demônios já seria uma testemunha questionável, mas as mulheres em geral não eram sequer consideradas testemunhas confiáveis naquela cultura do século I. O fato é que o testemunho de uma mulher não tinha peso num tribunal. Desse modo, se você estivesse inventando uma história da ressurreição de Jesus no século I, evitaria o testemunho de mulheres e faria homens – os corajosos – serem os primeiros a descobrir o túmulo vazio e o Jesus ressurreto. Citar o testemunho de mulheres – especialmente de mulheres possuídas por demônios – seria um golpe fatal à tentativa de fazer uma mentira ser vista como verdade.

“Por que o Jesus ressurreto não apareceu aos fariseus?” é uma pergunta comum feita pelos céticos. A resposta pode ser porque não teria sido necessário. Isso é normalmente desprezado, mas muitos sacerdotes de Jerusalém tornaram-se cristãos. Lucas escreve: “Crescia rapidamente o número de discípulos em Jerusalém; também um grande número de sacerdotes obedecia à fé” (Atos 6:7). Se você está tentando fazer que uma mentira seja vista como verdade, não facilita as coisas para os seus inimigos, permitindo que exponham a sua história. A conversão dos fariseus e a de José de Arimatéia eram dois detalhes desnecessários que, se fossem falsos, teriam acabado com a “farsa” de Lucas.

Em Mateus 28:11-15, é exposta a versão judaica para o fato do túmulo vazio (a mentira do roubo do corpo de Jesus). Note que Mateus deixa bastante claro que seus leitores já sabiam sobre essa explicação dos judeus porque “essa versão se divulgou entre os judeus até o dia de hoje”. Isso significa que os leitores de Mateus (e certamente os próprios judeus) saberiam se ele estava ou não dizendo a verdade. Se Mateus estava inventando a história do túmulo vazio, por que daria a seus leitores uma maneira tão simples de expor suas mentiras? A única explicação plausível é que o túmulo deve ter realmente ficado vazio, e os inimigos judeus do cristianismo devem realmente ter espalhado essa explicação específica para o túmulo vazio (de fato, Justino Mártir e Tertuliano, escrevendo respectivamente nos anos 150 d.C. e 200 d.C., afirmam que as autoridades judaicas continuaram a propagar essa história do roubo durante todo o século II).

6. Os autores do NT incluíram em seus textos, pelo menos, 30 pessoas historicamente confirmadas. Não há maneira de os autores do NT terem seguido adiante escrevendo mentiras descaradas sobre Pilatos, Caifás, Festo, Félix e toda a linhagem de Herodes. Alguém os teria acusado por terem envolvido falsamente essas pessoas em acontecimentos que nunca ocorreram. Os autores do NT sabiam disso e não teriam incluído tantas pessoas reais de destaque numa ficção que tinha o objetivo de enganar.

7. Os autores do NT incluíram detalhes divergentes. Os críticos são rápidos em citar os relatos aparentemente contraditórios dos evangelhos como evidência de que não são dignos de confiança em informação precisa. Mateus diz, por exemplo, que havia um anjo no túmulo de Jesus, enquanto João menciona a presença de dois anjos. Não seria isso uma contradição que derrubaria a credibilidade desses relatos? Não, mas exatamente o oposto é verdadeiro: detalhes divergentes, na verdade, fortalecem a questão de que esses são relatos feitos por testemunhas oculares. Como? Primeiro, é preciso destacar que o relato dos anjos não é contraditório. Mateus não diz que havia apenas um anjo na sepultura. Os críticos precisam acrescentar uma palavra ao relato de Mateus para torná-lo contraditório ao de João. Mas por que Mateus mencionou apenas um anjo, se realmente havia dois ali? Pela mesma razão que dois repórteres de diferentes jornais cobrindo um mesmo fato optam por incluir detalhes diferentes em suas histórias. Duas testemunhas oculares independentes raramente vêem todos os mesmos detalhes e descrevem um fato exatamente com as mesmas palavras. Elas vão registrar o mesmo fato principal (Jesus ressuscitou dos mortos), mas podem diferir nos detalhes (quantos anjos havia no túmulo). De fato, quando um juiz ouve duas testemunhas que dão testemunho idêntico, palavra por palavra, o que corretamente presume? Conluio. As testemunhas se encontraram antecipadamente para que suas versões do fato concordassem.

À luz dos diversos detalhes divergentes do NT, está claro que os autores não se reuniram para harmonizar seus testemunhos. Isso significa que certamente não estavam tentando fazer uma mentira passar por verdade. Se estavam inventando a história do NT, teriam se reunido para certificar-se de que eram coerentes em todos os detalhes.

Ironicamente, não é o NT que é contraditório, mas sim os críticos. Por um lado, os críticos afirmam que os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) são por demais uniformes para serem fontes independentes. Por outro lado, afirmam que eles são muito divergentes para estarem contando a verdade. Desse modo, o que eles são? Muito uniformes ou muito divergentes? Na verdade, são a mistura perfeita de ambos: são tanto suficientemente uniformes e suficientemente divergentes (mas não tanto) exatamente porque são relatos de testemunhas oculares independentes dos mesmos fatos. Seria de esperar ver o mesmo fato importante e detalhes menores diferentes em manchetes de jornais independentes relatando o mesmo acontecimento.

Simon Greenleaf, professor de Direito da Universidade de Harvard que escreveu um estudo-padrão sobre o que constitui evidência legal, creditou sua conversão ao cristianismo ao seu cuidadoso exame das testemunhas do evangelho. Se alguém conhecia as características do depoimento genuíno de testemunhas oculares, essa pessoa era Greenleaf. Ele concluiu que os quatro evangelhos “seriam aceitos como provas em qualquer tribunal de justiça, sem a menor hesitação” (The Testimony of the Evangelists, págs. 9 e 10).

8. Os autores do NT desafiam seus leitores a conferir os fatos verificáveis, até mesmo fatos sobre milagres. Lucas diz isso a Teófilo (Luc. 1:1-4); Pedro diz que os apóstolos não seguiram fábulas engenhosamente inventadas, mas que foram testemunhas oculares da majestade de Cristo (II Ped. 1:16); Paulo faz uma ousada declaração a Festo e ao rei Agripa sobre o Cristo ressurreto (Atos 26) e reafirma um antigo credo que identificou mais de 500 testemunhas oculares do Cristo ressurreto (I Cor. 15). Além disso, Paulo faz uma afirmação aos cristãos de Corinto que nunca teria feito a não ser que estivesse dizendo a verdade. Em sua segunda carta aos corintios, ele declara que anteriormente realizara milagres entre eles (II Cor. 12:12). Por que Paulo diria isso a eles a não ser que realmente tivesse realizado os milagres? Ele teria destruído completamente sua credibilidade ao pedir que se lembrassem de milagres que nunca realizara diante deles.

9. Os autores do NT descrevem milagres da mesma forma que descrevem outros fatos históricos: por meio de um relato simples e sem retoques. Detalhes embelezados e extravagantes são fortes sinais de que um relato histórico tem elementos lendários. Note este trecho da narração da ressurreição no livro apócrifo Evangelho de Pedro: “...três homens que saíam do sepulcro, dois dos quais servindo de apoio a um terceiro, e uma cruz que ia atrás deles. E a cabeça dos dois primeiros chegava até o céu, enquanto a daquele que era conduzido por eles ultrapassava os céus. E ouviram uma voz vinda dos céus que dizia: ‘Pregaste para os que dormem?’ E da cruz fez-se ouvir uma resposta: ‘Sim’.”

Provavelmente seria assim que alguém teria escrito se estivesse inventando ou embelezando a história da ressurreição de Jesus. Mas os relatos da ressurreição de Jesus no NT não contêm nada semelhante a isso. Os evangelhos fornecem descrições triviais quase insípidas da ressurreição. Confira em Marcos 16:4-8, Lucas 24:2-8, João 20:1-12 e Mateus 28:2-7.

10. Os autores do NT abandonaram parte de suas crenças e práticas sagradas de longa data, adotaram novas crenças e práticas e não negaram seu testemunho sob perseguição ou ameaça de morte. E não são apenas os autores do NT que fazem isso. Milhares de judeus, dentre eles sacerdotes fariseus, converteram-se ao cristianismo e juntam-se aos apóstolos ao abandonarem o sistema de sacrifícios de animais prescrito por Moisés, ao aceitar Jesus como integrante da Divindade (o que era inaceitável naquela cultura estritamente monoteísta) e ao abandonar a idéia de um Messias conquistador terrestre.

Além disso, conforme observa Peter Kreeft, “por que os apóstolos mentiriam? ... se eles mentiram, qual foi sua motivação, o que eles obtiveram com isso? O que eles ganharam com tudo isso foi incompreensão, rejeição, perseguição, tortura e martírio. Que bela lista de prêmios!” Embora muitas pessoas venham a morrer por uma mentira que considerem verdade, nenhuma pessoa sã morrerá por aquilo que sabe que é uma mentira.

Conclusão de Norman Geisler e Frank Turek, autores de Não Tenho Fé Suficiente Para Ser Ateu: “Quando Jesus chegou, a maioria dos autores do NT era de judeus religiosos que consideravam o judaísmo a única religião verdadeira e que se consideravam o povo escolhido de Deus. Alguma coisa dramática deve ter acontecido para tirá-los do sono dogmático e levá-los a um novo sistema de crenças que não lhes prometia nada além de problemas na Terra. À luz de tudo isso, não temos fé suficiente para sermos céticos em relação ao Novo Testamento.”

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Pesquisa aponta se os brasileiros acreditam em Deus ou em Darwin. Confira os resultados


  Um de cada quatro brasileiros acredita em algo parecido com história de Adão e Eva. Para eles, o homem foi criado por Deus há menos de 10 mil anos. Esse dado consta da primeira pesquisa Datafolha que investigou as convicções da população sobre a origem e o desenvolvimento da espécie humana.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A maioria das pessoas crê em Deus e Darwin. Para 59%, o ser humano é o resultado de milhões de anos de evolução, mas em processo guiado por um ente supremo. Apenas 8% consideram que a evolução ocorre sem interferência divina.
A crença em Adão e Eva despenca à medida que aumentam renda e escolaridade. Quando se acrescentam dinheiro e instrução, a proporção dos darwinistas puros mais do que dobra do menor para o maior estrato. Entre os que acatam a evolução sob gerência divina, o aumento é mais modesto: fica entre 15% (renda) e 20% (escolaridade).
O Datafolha ouviu 4.158 pessoas com mais de 16 anos. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Os 25% de criacionistas da Terra jovem (que atribuem menos de 10 mil anos a nosso planeta de 4,6 bilhões de anos) surpreendem porque o fundamentalismo bíblico, em que as Escrituras são interpretadas literalmente, não faz parte das tradições religiosas do Brasil.
A Igteja Católica, ainda a mais influente no país, jamais condenou a evolução. Pelo contrário até, o Vaticano vem já há algumas décadas flertando discretamente com o autor de “Origem das Espécies”.
Em 1950, o papa Pio 12, na encíclica “Humani generis”, classificou o darwinismo como “hipótese séria” e afirmou que a igreja não deveria rejeitá-la, embora tenha advertido para o mau uso que os comunistas poderiam fazer dessa teoria. Em 1996 foi a vez de João Paulo 2º declarar que a evolução era “mais do que uma hipótese”.
Também entre evangélicos, a literalidade do Gênesis, o livro da Biblia  que relata a criação do mundo e do homem, está longe de unânime. Na verdade, só algumas poucas denominações como adventistas e Testemunhas de Jeová pregam abertamente contra a evolução.
Boa parte das demais se limita a apontar “problemas” no neodarwinismo, tentando reservar algum espaço para Deus, que pode ter papel mais ou menos ativo. Ele pode ser desde o demiurgo, que se limitou a criar o mundo com todas as suas leis (incluindo a seleção natural), e retirou-se até o “Deus ex machina” que interfere o tempo todo, projetando bichos, atendendo a preces etc.
Em tese, qualquer uma dessas posições se encaixa na afirmação de que Deus e evolução atuam juntos. Ela funciona como um guarda-sol que abriga desde católicos estritos a deístas, passando por entusiastas do “design inteligente”, que nada mais é do que criacionismo com pretensões científicas.

Teologia intuitiva

Como os adeptos de religiões que defendem a literalidade do Gênesis não chegam nem perto de 25% da população, é forçoso reconhecer que a boa parte das pessoas que abraçaram a hipótese de Adão e Eva o fez seguindo suas próprias intuições, sem prestar muita atenção ao que afirmam suas respectivas lideranças espirituais.
Essa impressão é reforçada quando se considera que a adesão ao criacionismo bíblico se distribui de forma generosa entre todos os credos. Umbandistas (33%) e evangélicos pentecostais (30%) ficam um pouco acima da média nacional, mas católicos comparecem com 24% e evangélicos não pentecostais, com 25%.

Outros países

Uma nota curiosa vai para os que se declaram ateus. Entre eles, 7% também se classificam como criacionistas da Terra jovem e 23% como partidários da evolução comandada por Deus.
Os resultados obtidos no Brasil contrastam com os colhidos nos EUA, mas se aproximam com os de nações europeias. Entre os norte-americanos, a proporção de criacionistas bíblicos chega a 44%. Os evolucionistas com Deus são 36%, e os neodarwinistas puros, 14%. Esses números foram apurados em 2008 pelo Gallup, numa pesquisa que vem sendo aplicada naquele país desde 1982 e que serviu de modelo para a sondagem do Datafolha.
Em relação à Europa, o Brasil se encontra mais ou menos na média. De acordo com uma pesquisa de 2005 do Eurobarômetro, que aferiu o número de pessoas que rejeita a evolução, os criacionistas por ali variam de 7% (Islândia) a 51% (na islâmica Turquia), com a maioria dos países apresentando algum número na casa dos 20%.
Fonte: Folha / Gospel+
Via: Creio

Usuários do Twitter se unem para contar a morte e ressurreição de Jesus de uma forma diferente

Usuários do Twitter se unem para contar a morte e ressurreição de 
Jesus de uma forma diferente A história da morte de Jesus está sendo contada pelo Twitter por meio de um jogo, que acontece em tempo real durante a semana que antecede a páscoa.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A última semana da vida de Jesus está sendo registrada aos poucos em 140 caracteres na Páscoa, que começou domingo passado no Twitter e Facebook. O jogo pode ser seguido em http://twitter.com/easterlive como se os eventos estivessem se desenrolando em tempo real neste ano.
A história é contada a partir da perspectiva de algumas pessoas que estavam em Jerusalém naquela semana de Páscoa. É o testemunho dos últimos dias antes da morte de Jesus na cruz. Centuriões, membros da alta corte judaica, peregrinos e os seguidores de Jesus são os personagens e contam sob seu ponto de vista a morte do Messias durante essa semana de páscoa. Para contar a história os personagens escrevem recados em 140 caracteres.
Os personagens também têm seus próprios perfis no Facebook. Seguidores podem interagir com o jogo no Twitter através de retweets ou discuti-lo na posição #EasterLIVE, ou no Facebook, respondendo aos posts.
O evento usa personagens da história da época de Jesus para dar uma nova perspectiva e ajudar os seguidores a se identificar com as experiências relatadas. Assim, as pessoas poderão ter conhecimento sobre os fatos que aconteceram durante a morte de Jesus. Cada personagem tem sido desenvolvido por um membro diferente do público – com e sem fé – que se identificam com o seu homólogo antigo.
Andrew Horton, diretor executivo de produção multimídia e diretor criativo do jogo, disse que “a Páscoa é uma poderosa história de escândalos, traição e tortura que cativou pessoas durante séculos. Porém, como há poucas pessoas freqüentando a igreja ultimamente, ninguém mais tem informação dessa história. A mídia social é uma oportunidade maravilhosa para reintroduzir as pessoas na história, escondida por trás do chocolate, coelhos e da televisão”.
O EasterLive (Páscoa Ao Vivo) é uma iniciativa do Cliff College, Creative Compartilhe e da Aliança Evangélica, como parte do movimento Biblefresh de igrejas e agências, que visa ajudar as pessoas a se envolver com a Biblia.
Krish Kandiah, presidente da Biblefresh, disse que “esta é uma oportunidade para uma nova geração ouvir a história que tem fascinado as pessoas ao longo dos séculos. Esteja preparado para ser chocado, inspirado, surpreso e animado de ver como pessoas de fé e ateus entraram na história da morte e ressurreição de Jesus”.
O jogo gerou um questionamento, em que os seguidores do Facebook e Twitter foram convidados a responder à pergunta “O que a Páscoa significa para você?”
Para saber sobre esse jogo no Twitter e Facebook, acesse a página www.eauk.org/EasterLIVE, que também dispõe de um feed do jogo para pessoas que não estão no Facebook ou Twitter.
Traduzido pelo Gospel+ do Christian Today
Você pode também seguir o perfil do Gospel+ no Twitter. Se você ainda não tem uma conta no microblog, não perca tempo! www.twitter.com/gospelmais

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mensagem evangelística na chuteira de Kaká é destaque em revista


O meia Kaká continua evangelizando dentro e fora dos gramados. O atleta da Seleção Brasileira e do Real Madrid é destaque agora na revista TAM nas Nuvens, de julho, distribuída aos passageiros da companhia aérea.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Com o título “Amor nas chuteiras”, a revista destaca que “atletas da seleção encontram nas chuteiras um bom lugar para fazer declarações”.
“O que um dia foi ‘I belong to Jesus’ (“Eu pertenço a Jesus”) passou recentemente a ser ‘Jesus in First Place’ (“Jesus em primeiro lugar”). O craque do Real Madrid, patrocinado pela Adidas, está entre os 23 selecionados por Dunga que não usam chuteiras Nike”, diz a revista em português e inglês.
Segundo dados divulgados pela própria TAM, cerca de 3,2 milhões de passageiros viajam por mês nas suas rotas internacionais e nacionais.
Recentemente Kaká, eleito o melhor do mundo no ano de 2007, foi ungido presbítero pela igreja Renascer em Cristo.
kaka_chuteiras
Fonte: Gospel Press / Gospe

Cientistas dizem ter recriado o rosto de Jesus

Cientistas dizem ter recriado o rosto de Jesus Especialistas em computação gráfica usaram técnicas modernas de criação de imagens de 3D para recompor a imagem da face retratada no Santo Sudário, que muitos acreditam ser o rosto de Jesus Cristo.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A experiência foi feita especialmente para o documentário de TV “The Real Face of Jesus?” (“O rosto real de Jesus?”), do History Channel, que vai ao ar no próximo sábado.
Os artistas tiveram acesso ao Santo Sudário, uma peça de linho que muitos cristãos acreditam ter sido usada para cobrir o corpo de Jesus após a crucificação. Sua autenticidade é debatida há anos por cientistas. O tecido traz uma imagem fantasmagórica do corpo de um homem que foi crucificado.
O artista de computação gráfica Ray Downing, que participou do projeto, é o mesmo que recriou em 3D o rosto do ex-presidente americano Abraham Lincoln, usando mais de cem fotos.
De acordo com Downing e com John Jackson, físico da universidade americana do Colorado que estuda o Santo Sudário desde 1978, a relíquia é singular, pois ela contém dados em três dimensões sobre o corpo da pessoa que foi enterrada.
Isso acontece porque o Santo Sudário foi enrolado em todo o corpo, em vez de apenas cobrir a face.
“A presença de dados em três dimensões é bastante inesperada e também é única”, diz Downing. “É como se a imagem contivesse um manual de instruções sobre como se construir uma escultura.”
O Santo Sudário, que pertence ao Vaticano, fica guardado na Cappella della Sacra Sindone do Palácio Real de Turim, na Itália.
Entre os dias 10 de abril e 23 de maio, a Catedral de São João Batista, em Turim, fará uma rara exibição pública da relíquia, que, acredita-se, deve atrair milhões de pessoas.
Já contestado diversas vezes, para muitos especialista o Santo Sudário é uma farsa.
Fonte: G1 / Gospel+

Grupo cristão conhecido como “Taleban do Texas” fecha casa de swing, igreja gay e boate de strip-tease

Grupo cristão conhecido como “Taleban do Texas” fecha casa de 
swing, igreja gay e boate de strip-tease Conhecidos como o “Taleban do Texas”, o grupo cristão Repent Amarillo (Arrependa-se Amarillo) vem trabalhando na cidade de Amarillo no coração do Cinturão da Biblia no Texas.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Depois de traçar um “mapa de guerrilha espiritual” com todos os estabelecimentos anticristãos de Amarillo – bares gay, casas de swing e strip-tease, grupos pagãos, ciganas que leem mão, igrejas que aceitam gays, shows de heavy metal – eles foram atrás dos ímpios com cruzes de madeira, cartazes, alto-falantes, e muita intimidação. Já conseguiram fechar a casa de troca de casais Route 66 e o bar de strip-tease Crystal Pistol. E sua campanha de intimidação resultou na demissão de pelo menos duas pessoas, denunciados pelo Repent Amarillo para seus empregadores.
O pastor David Grisham, que trabalha como segurança em uma fábrica de armas nucleares, é o líder do Exército de Deus Repent Amarillo. “Eu era um fornicador e adúltero”, diz Grisham. “Mas agora estou expondo todos os pecadores, vamos recuperar nossa cidade para Jesus Cristo.”
O grupo começou a atuar no final de 2008, época em que o presidente Barack Obama foi eleito. “Nosso país está se afastando de Deus, estamos nos transformando em uma sociedade devassa e Obama é sintoma disso”, diz Grisham.
Em sua cruzada contra pecadores, David é acompanhado de Tracy Grisham, sua quarta mulher, também uma “ex-adúltera confessa”, que trabalha como técnica de raio X no hospital de Amarillo. “Big” John Leinen, o terceiro da hierarquia, era de uma gangue.
O Repent Amarillo ficou famoso quando liderou uma campanha de boicote à candidata à prefeitura de Houston Annise Parker. Perderam a batalha: Annise tornou-se a primeira lésbica assumida a governar uma grande cidade americana.
Mas eles conseguiram acabar com a vida de Monica e Mac Mead, donos do clube de swing Route 66. Monica é uma avó de 47 anos, casada há 12 anos com Mac, motorista de caminhão. Ela e o marido promoviam festas de troca de casais (popularmente conhecido como swing) no Route 66. Eram todos moradores de Amarillo, caminhoneiros, taxistas, professoras primárias e donas de casa de meia idade.
Russell Grisham, filho de David de 20 anos que já foi condenado por pirataria na internet, postou nomes e fotos dos participantes do clube de swing. Eles anotaram as placas dos veículos de frequentadores e começaram a ligar para o local de trabalho das pessoas e denunciá-las. “O senhor sabia que o seu funcionário participa de um grupo de troca de casais?” Dois foram despedidos.
Exposição era tudo o que os frequentadores da casa de swing não queriam nesta cidade ultraconservadora. “Aqui, todo mundo é republicano, tem armas e não se anda dois quarteirões sem ver uma igreja”, diz a advogada Cristal Robinson. Em 2008, o republicano John McCain obteve quase 80% dos votos na região onde fica Amarillo, o Texas Panhandle. Aqui, uma das principais indústrias é “venda de fianças com desconto”, todo mundo fuma em tudo quanto é lugar e não se vende remédio de resfriado sem receita médica, porque os ingredientes são usados para fabricar a droga meta-anfetamina.
“Amarillo é uma cidade conservadora?”, perguntou o Estado ao taxista Ray Cushin. “De jeito nenhum, agora está cheio de casamento interracial, um absurdo. Um monte de mulher branca casando com negros.”
Revelação. Cristal é uma das poucas pessoas da cidade a defender abertamente as vítimas do Repent Amarillo e está processando o grupo por “arruinar a empresa” de Monica e Mac. A filha de Monica ficou sabendo do “estilo de vida” da mãe após o caso aparecer no noticiário local. Ela nunca mais falou com a mãe. Monica não vê seus quatro netos há mais de seis meses. “Minha vida tornou-se muito solitária”, disse Monica. Ninguém mais aluga o Route 66 para festas e ela declarou falência.
O Repent Amarillo animou-se com o fechamento do Route 66. “Era o troféu da imoralidade em Amarillo, que foi exposto e morreu”, disse Grisham. No ano passado, eles conseguiram impedir a exibição da peça Bent, sobre perseguição de homossexuais na Alemanha nazista. Na véspera da estreia, ligaram para os bombeiros e denunciaram a falta de uma licença no estabelecimento.
Em novembro, depois de muitos protestos em frente ao bar de strip-tease Crystal Pistol, denunciaram irregularidade na licença do estabelecimento, que foi fechado.
A polícia não faz nada já que o Repent Amarillo está exercendo seu direito à livre expressão. “A Primeira Emenda está viva em Amarillo”, diz Marcus Norris, secretário de Justiça da cidade. “Já defendi casos de Primeira Emenda, mas isso não é intimidação”, diz Cristal.
Diante do impasse, alguns moradores já pensam em formar milícias para defender-se. “Todo gay de Amarillo deveria ter uma arma, para se proteger”, diz Roy Rhyne, que trabalha no hospital batista, é gay e já foi assediado pelos extremistas.
Fonte: Estadão / Gospel+
Via: O Galileo

quarta-feira, 24 de março de 2010

Abusados por padres e bispos pedófilos querem reforma da Igreja Católica e não pedido de desculpas


 O pedido de desculpas do papa Bento 16 à Irlanda foi mais forte do que qualquer outra declaração papal sobre o abuso sexual em crianças cometido por padres da Igreja Católica. Mesmo assim, foi considerado insuficiente por muitas vítimas dos escândalos, que estão sacudindo a Igreja Católica por toda Europa.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Em comparação com o passado, bispos de diversos países elogiaram a carta como sendo uma condenação corajosa contra os clérigos que cometeram os abusos. As vítimas a compararam com o que eles esperam ver no futuro -sanções contra os bispos que eles acusam de ter ajudado a esconder o problema.
A distância entre os dois pontos de vista é tema de discussões públicas sobre os abusos de menores cometidos por clérigos.
Cada nova revelação dá às vítimas mais munição e pressiona ainda mais a Igreja para que mudanças dolorosas, que ela tem evitado, aconteçam.
“Eles ainda não percebem que não se trata apenas de alguns casos isolados, mas que é um problema geral estrutural (da Igreja)”, disse Chirstian Weisner, do movimento laico da Alemanha -We Are the Church (Somos a Igreja). “Essa carta ainda não significa uma grande mudança.”
O que a crítica quer é transparência e punição aos culpados, a revelação dos abusos cometidos e demissão dos bispos cúmplices.
A carta de Bento 16 atendeu aos seus pedidos parcialmente, ao expressar “vergonha e arrependimento” pelos “atos criminosos e pecaminosos” que as vítimas irlandesas sofreram. Ele ressaltou que os bispos não poderiam ter escondido os casos de abuso da polícia e ordenou que seja feita uma investigação em algumas dioceses irlandesas.
No entanto, ele não mencionou os escândalos que sacudiram a Alemanha, Áustria, Suíça e Holanda, nem sugeriu que os bispos se demitam por terem falhado nas funções de liderança que ele tanto criticou.
“Não há nada nessa carta sugerindo que exista na Igreja Católica qualquer nova visão de liderança”, disse Maeve Lewis, do grupo de vítimas irlandesas One in Four (Uma em Quatro).
Diversos prelados europeus parecem confirmar, indiretamente, que a Igreja tem um problema estrutural, ao descrever a carta do papa para a Irlanda como um alerta para eles e suas igrejas também.
“O escândalo de abuso sexual não é apenas um problema irlandês. É um escândalo da Igreja em muitos lugares e também é da Igreja na Alemanha”, disse a jornalistas, no sábado, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência dos Bispos Alemães.
Mas ele evitou culpar a cultura de sigilo entre os clérigos preocupados em abafar escândalos, como as vítimas costumam fazer.
O encontro de Zollitsch com os jornalistas foi especialmente complicado porque ele precisava confirmar relatos de que ele havia deixado de denunciar um suspeito de abuso de menores no início da década dos anos 1990. “Eu deveria ter sido mais rigoroso na busca por mais testemunhas e vítimas”, afirmou.
O cardeal irlandês Sean Brady tem escutado diversas exigências para que ele se demita, depois de ter admitido que obrigou duas vítimas a assinarem um acordo de silêncio em 1975, quando ele era assistente do bispo encarregado de lidar com o reverendo Brendan Smyth, conhecido agressor.
Fonte: O Globo / Gospel+
Via: O Verbo

Xuxa satânica? Hello Kitty é do diabo? Mensagens subliminares na Disney? Confira as Lendas Urbanas Evangélicas

Xuxa satânica? Hello Kitty é do diabo? Mensagens subliminares na 
Disney? Confira as Lendas Urbanas Evangélicas Com certeza você já deve ter ouvido falar que a Xuxa fez pacto com o diabo, há mensagens satânicas nas músicas dos Beatles, a boneca Hello Kitty é consagrada ao diabo, o nome da maionese Hellman´s significa “homem do inferno”, os filmes da Disney tem mensagens subliminares, o boneco do Fofão tinha dentro de seu corpo o tridente de satã, a TV Globo é satanica e etc… São tantas histórias que todo mundo se confunde entre a realidade e o mito.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Essas e outras lendas urbanas evangélicas ganharam grande divulgação com o envio constante de e-mails no formato de power point. Foi assim que provavelmente você recebeu essas notícias. Mas resta a dúvida: são verdadeiras?
Há casos em que há até boicotes a produtos e várias a acusações a pessoas públicas. Há rumores de que a Xuxa fez pacto com demonio há muitos anos, mas a história ficou famosa com o depoimento do ex bruxo mais famoso do Brasil, o Chico, a uma igreja evangélica. Em seguida ganhou força com pregações de um pastor brasileiro e ganhou bases após as conversões de alguns ex paquitos.
No testemunho, o ex bruxo afirmou que foi ele quem fez os pactos e atestou veemente que a apresentadora infantil adorava ao diabo e não poderia pronunciar o nome de Jesus, daí o motivo de ela sempre repetir “o cara lá de cima”. Ele ainda disse que outro “termo” do pacto incluiria que ela nunca poderia se casar, nem ter envolvimento amoroso com homens. Esse seria o motivo de ela ter feito inseminação artificial quando engravidou de sua filha Sasha. Também é dito que algumas músicas da apresentadora possuem mensagens subliminares satânicas.
As lendas mais famosas
Tem história tão famosa que tem repercussão mundial. São lendas que quebram barreiras de tempo e lugar e invadem o imaginário coletivo, principalmente dos evangélicos. De boicotes a expulsão de demônios, evangélicos protestam mesmo contra alguns produtos.

Mensagem Subliminar Disney

Em vários filmes da Disney tem mensagens subliminares ou satânicas, segundo alguns estudiosos e fanáticos. Confira algumas das mais famosas e intrigantes:
Fantasia: no filme Fantasia de 1940, Mickey aparece com um chapéu de feiticeiro com pentagramas e meia-lua, antigos símbolos usados em feitiçaria. O filme termina como uma espécie de ritual satânico, com o demônio capturando e engolindo várias almas em noite de Halloween.
Cinderela: em uma cena, Cinderela afirma que seu gato Lúcifer  tem um lado bom. Na cena em que Cinderela coloca seu gato para fora de casa sua sombra se mistura a dele, formando uma caveira.
Pequena Sereia: o desenho do palácio de Ariel parece ser um pênis.

Hello Kitty Satânica

A lenda de que a gatinha não tem boca surgiu porque a filha da criadora da boneca teve câncer bocal aos 14 anos e ela invocou o diabo, prometendo que se curasse a sua filha ela consagraria uma boneca a ele. Outro motivo seria porque a Hello Kitty não queima. A explicação científica para essa afirmação é que as empresas, preocupadas com a segurança das crianças, usam produtos que visam a não-propagação do fogo.
Até o nome da boneca tem uma explicação dita “satânica”: Hello (Olá – no idioma inglês), e Kitty (demônio – em japonês). Para os céticos essa versão não é válida porque a origem  da palavra é inglesa, que significa gatinha, significando “Olá Gatinha!”.

Hellman´s e o inferno

Muitas pessoas acreditam que a palavra Hellmans significa homem do inferno. Porém segundo a empresa a história é outra. Em 1903, o imigrante alemão Richard Hellman chegou aos EUA e em 1905 abriu um delicatessen na cidade de Nova York. A receita seria de sua mulher e era vendida em sua loja para acompanhar saladas prontas, mas com o passar dos anos tornou-se tão popular que começou a ser vendida em potes, acondicionados em caixas de madeira, para ser usada como manteiga. Inicialmente, Hellmann  vendeu duas versões da receita e, para diferenciá-las, enrolou uma fita azul no pote de uma delas. A demanda pelos potes com a fita azul era tão grande que em 1912 Hellmann idealizou uma etiqueta azul para colar no pote, muito semelhante ao logotipo atual. Este ano ficou oficialmente conhecido como o lançamento da tradicional maionese, introduzida no mercado com o nome de Hellmann’s Blue Ribbon Mayonnaise. O sucesso foi tão grande que a maionese passou a ser produzida em pequenas fábricas e distribuída por uma frota de caminhões. O que provaria que a marca de maionese não é “do demônio”.

Mc Donald´s e o tridente do diabo

O motivo da acusação à rede de fast food é porque algumas pessoas asseguram verem o tridente do diabo no logotipo do grupo (um “M” amarelo estilizado). A empresa nunca divulgou nenhuma nota a respeito da afirmação. O boato foi esquecido por muitos após Joan Kroc, viúva do presidente da megacorporação, Ray, ter doado cerca de US$ 1,5 bilhão, equivalente a R$ 4 bi – à Igreja Evangélica Exército de Salvação, que se dedica à pregação do Evangelho e ao socorro aos desvalidos.

Procter & Gamble e o pacto com o diabo

A lenda com empresa detentora de produtos como Duracell, Gillette e Pampers existe desde 1980 e começou no Mississipi, quando ao olhar para o antigo logotipo da empresa, um indivíduo não identificado, acreditou ser “satânico”, vendo numa lua um velho rodeado por 13 estrelas que formavam o 666. O logo da empresa, que existia desde 1851, na verdade fazia referência às 13 colônias norte-americanas.
A lenda tomou maiores proporções após o boato de uma suposta declaração do presidente em um programa de TV dos EUA dizendo que 10% dos lucros da corporação eram destinados à igreja de satanás em território americano.
A história piorou quando o dirigente da P&G teria dito que não temia qualquer retaliação por parte dos evangélicos contra os seus produtos, o que acabou causando uma verdadeira cruzada contra a empresa, que atingiu até o Brasil, onde evangélicos zelosos evitaram até mesmo vestir seus bebês com as fraldas fabricadas pela empresa, já que, como se dizia, as peças tinham escondida, a imagem da besta.
Além de a declaração do presidente da P&G nunca ter sido dada, os cinco diferentes apresentadores mencionados no boato desmentiram que a entrevista tivesse sido feita. Também não existe nenhuma prova que realmente exista marca satânica nos rótulos dos produtos da multinacional.
Após os processos judiciais, todos ganhos pela P&G, contra 15 pessoas acusadas de plantar boatos (entre eles 6 representantes da Amway, empresa concorrente da P&G) e anos respondendo às cartas e telefonemas de clientes, em abril de 1985, a P&G retirou o logotipo da empresa para acabar com os boatos, o que não adiantou muito, os boatos ressurgiram na internet anos depois.
Novos boatos sobre marcas e pessoas famosas surgem a cada dia, assim como também novas verdades, por isso é cada vez mais difícil distinguir o que é verdade e o que não é.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 18 de março de 2010

CURIOSIDADES - Virgindade em alta em pleno Século XXI; (True love waits) “O amor verdadeiro espera”


A revista Cristianismo Hoje publicou uma nota bem interessante em como começara nas Américas o movimento religioso em prol da abstinência sexual até o casamento. Segunda a nota o movimento teve início em 1994, na cidade americana de Baltimore.
Inconformadas com a pressão que sofriam na escola por serem virgens, duas adolescentes evangélicas queixaram-se ao pastor de sua igreja, de denominação Batista. Por iniciativa delas, foi organizada uma reunião com outros jovens para discutir a questão da sexualidade sob a ótica bíblica. Dali, surgiu uma campanha, que recebeu o nome de True love waits, algo como “O amor verdadeiro espera”.
Logo, o projeto estendeu-se para as escolas e demais instituições ligadas à juventude, sendo adotado posteriormente por diversas orientações religiosas. Jimmy Hester, atual coordenador do programa, informa que já existem cerca de 3 milhões de jovens envolvidos diretamente com a causa. “Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, muitos adolescentes assinam nosso acordo de adesão”, explica.
Como amuleto do movimento, inicialmente, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a preservação da castidade. Mais tarde, ela foi substituída por um pingente de prata, mas só com o anel da pureza houve uma maior popularização do movimento pró-pureza sexual entre os jovens, inclusive aqui no Brasil.
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 INGLÊS GANHA FORTUNA E PERDE VIRGINDADE AOS 48 ANOS

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O SORTUDO E SUA CONTEMPLADA
O inglês Peter Collier continuava virgem aos 48 anos. Nunca havia saído com uma mulher. Morava com a mãe, de quem nunca se separava. Até que ela morreu, em abril de 2006.
E tudo começou a mudar na vida de Peter. Ele e o irmão, Ian, resolveram jogar na loteria para ver se mudavam de vida. E mudaram! E como mudaram! Os dois ganharam nada menos que 8,5 milhões de libras (cerca de 29 milhões reais!). E assim, depois da bolada, Peter virou um partidão e a virgindade é coisa do passado para ele.
Peter se mudou e está planejando o casamento com Donna, que tomava conta da mãe do futuro marido - era casada à época, com três filhos - quando eles se conheceram.
"Eu simplesmente sentia que nunca poderia deixar mamãe e romper o elo. Éramos felizes naquela casa de três quartos", contou o inglês ao jornal "Sun". "Ela era a pessoa mais amável, mais bondosa que você pode encontrar. Nunca me ocorreu procurar outra pessoa", acrescentou o novo milionário.
Freud total!
Donna acabou se separando, Peter ficou milionário e o namoro com o sortudo engrenou. A primeira noite de amor de Peter e Donna foi em um motel exatamente no Dia dos Namorados.

CURIOSIDADES - Moedas de José; Encontradas Moedas egípcias com a efígie de José


De acordo com matéria do jornal egípcio ‘Al-Ahram’, arqueólogos descobriram moedas antigas que trazem o nome e imagem do José bíblico.
Versos corânicos indicam claramente que moedas eram utilizadas no Egito na época de José.Em uma descoberta sem precedentes, um grupo de pesquisadores e arqueólogos egípcios encontrou um depósito de moedas da época dos faraós. Sua importância reside no fato de que ela fornece prova científica decisiva desaprovando a alegação de alguns historiadores de que os egípcios antigos não estavam familiarizados com moedas e que realizavam o comércio por meio de escambo.
“Os pesquisadores descobriram as moedas quando examinavam milhares de pequenos artefatos arqueológicos armazenados nos [cofres do] Museu do Egito. [Inicialmente] eles consideraram os artefatos como amuletos, mas um exame detalhado revelou que as moedas traziam cunhados o ano e seu valor, ou efígies dos faraós [que governaram] na época que foram cunhadas. Algumas das moedas são datadas da época quando José viveu no Egito e estampam seu nome e retrato.
Costumava haver um conceito errôneo de que o comércio [no Egito Antigo] era realizado por meio do escambo, e que o trigo egípcio, por exemplo, era trocado por outras mercadorias. Mas de maneira surpreendente, versos corânicos indicam claramente acerca da utilização de moedas no Egito na época de José.
O Dr. As’id Muhammad Thabet, líder da equipe de pesquisa, em relação a sua pesquisa arqueológica concernente ao profeta José, disse ter descoberto nos cofres da Autoridade de Antiguidades [Egípcia] e do Museu Nacional, muitos amuletos de inúmeras eras e de períodos posteriores ao de José, incluindo um que trazia sua efígie como o ministro do tesouro na corte faraônica egípcia.
O Dr. S’id Thabet acrescentou que ele examinou o sarcófago de muitos faraós em busca de moedas utilizadas como amuletos ou ornamentos, e que ele havia, de fato, encontrado tais moedas antigas egípcias. Essa [descoberta] impeliu pesquisadores a buscar e encontrar versos corânicos que falem de moedas utilizadas no Egito antigo, [tais como]: “E eles o venderam [ex. José] por um preço irrisório, um número de moedas de prata; e eles não lhe impuseram valor”. [Corão 12:20]. [Também,] Qarun [2] diz acerca de seu dinheiro: “Isso me foi dado por causa de certo conhecimento que tenho” [Corão 28:78].
Estudos… revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento… é, na verdade, uma moeda.
De acordo com o Dr. Thabet, seus estudos estão embasados em publicações acerca da Terceira Dinastia, uma da qual afirma que a moeda egípcia da época era chamada um deben e que valia um quarto de um grama de ouro. Essa moeda é mencionada em uma carta por um homem chamado Thot-Nehet, um inspetor real das pontes do Nilo. Em cartas endereçadas a seu filho, ele mencionou emprestar terras em troca por moedas deben e produção agricultural.
Outros textos da época da Terceira Dinastia, a Sexta Dinastia e a Décima Segunda Dinastia mencionam uma moeda chamada shati ou Sat, cujo valor era igual ao de uma moeda deben. Também há um retrato de um mercado egípcio mostrando o comércio sendo realizado por meio de escambo, mas um de seus vendedores estica sua mão pedindo uma moeda deben em troca das mercadorias.
Estudos realizados pela equipe do Dr. Thabet revelaram que aquilo que a maioria dos arqueólogos considerava uma espécie de amuleto, e que outros consideravam ornamento é, na verdade, uma moeda. Inúmeros [fatos os conduziram a essa conclusão]: primeiro, [o fato de que] muitas dessas moedas foram encontradas em vários [sítios arqueológicos], e também [o fato de que] elas possuem formas redondas ou ovais e que possuem duas faces: uma trazendo uma inscrição, chamada de a face inscrita, e outra com uma imagem, chamada de a face esculpida.
“A descoberta arqueológica também está embasada no fato de que a face inscrita trazia o nome do Egito, uma data e um valor, ao passo que a face esculpida trazia o nome e a imagem de um dos faraós ou deuses egípcios antigos ou um símbolo a estes relacionado. Outro fato importante é que as moedas possuem tamanhos variados e são feitas de matérias diversos, incluindo marfim, pedras preciosas, cobre, prata, ouro etc.
500 destas moedas foram [recentemente] descobertas no Museu do Egito onde foram [originalmente] classificadas como amuletos e armazenadas de maneira descuidadosa em caixas fechadas.Uma moeda [tinha] uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho de Faraó acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas.
O pesquisador identificou moedas de muitos períodos diferentes, incluindo moedas que traziam marcações que as identificavam como sendo da era de José. Entre estas, havia uma moeda que possuía uma inscrição e uma imagem de uma vaca simbolizando o sonho acerca das sete vacas magras e as sete vacas gordas e as sete espigas cheias e sete espigas miúdas.
Foi encontrado que as inscrições deste período antigo eram, geralmente, simples, uma vez que a escrita ainda estava em seus primórdios, e conseqüentemente, havia dificuldade para decifrar a escrita talhada por sobre estas moedas. Mas a equipe de pesquisa [conseguiu] traduzir [a escrita sobre a moeda] ao compará-la com os mais antigos hieróglifos conhecidos.
O nome de José aparece duas vezes sobre esta moeda, escrito em hieróglifo: uma vez o nome original, José, e uma vez seu nome egípcio, Saba Sabani, que lhe foi dado por Faraó quando este se tornou tesoureiro. Também há uma imagem de José, que fazia parte da administração egípcia daquela época.
O Dr. As’id Thabet pediu ao Conselho de Antiguidades do Egito e ao Ministro da Cultura para intensificar os esforços na área da história egípcia antiga e arqueologia, e a [promover] a pesquisa destas moedas que trazem o nome dos deuses e faraós egípcios. Isso, ele disse, seria capacitar a correção de conceitos errôneos correntes concernente à história do Egito antigo.
Fonte: MEMRI / A Supremacia das Escrituras / Genizah Virtual / Gospel Prime  -  Tradução: Pr. Wellington Mariano
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segunda-feira, 15 de março de 2010

Vice do Conselho de Pastores afirma que prisão dos pastores da Igreja Mundial é “caso isolado”

Vice do Conselho de Pastores afirma que prisão dos pastores da Igreja Mundial é “caso isolado” Depois da prisão de três pastores da Igreja Mundial do Poder de Deus, de Três Lagoas, com fuzis que seriam levados ao Rio de Janeiro, o vice-presidente do Conselho de Pastores do Município, Doralício Delgado, saiu em defesa da congregação.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Em entrevista à rádio de Três Lagoas, onde os presos atuavam na evangelização, Doralício disse que o envolvimento dos pastores com facções criminosas cariocas “é um caso isolado”.
Os pastores Sebastião Braz da Fonseca Neto, de 42 anos, e Francisco Ferreira Moura, de 36, foram presos está semana pela Polícia Rodoviária Federal, em Miranda.
Sebastião estava em Três Lagoas já há um ano, mas não tinha envolvimento no Conselho, garante Doralício. Na cidade, cerca de 73% das igrejas estão filiadas ao conselho, que já existe há 10 anos.
Segundo Doralício, no município “há pastores honestos, sérios, honrados, e dignos de confiança”.
O 1º templo da Igreja Mundial doPoder de Deus foi criado em Sorocaba (SP) e em Três Lagoas já existe há mais de 10 anos.
Na quarta-feira passada, 10, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou os membros da Igreja em Miranda, com sete fuzis que tinham como destino São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro.
Segundo a PRF, o armamento tinha como destino o morro do Martins. No mesmo lugar eles realizavam cultos à comunidade.
Um dos pastores seria amigo de infância de um dos chefões do tráfico do morro, onde também existe um templo da Igreja Mundial.
As armas estavam em um Vectra, escondidas em compartimento de fundo falso nas portas dianteira e traseira e assento traseiro do carro.
Quando abordados, eles disseram que tinham ido à Bolívia, para fazer uma pregação aos fiéis.
As armas estavam desmontadas para que pudessem ser acondicionadas e envolvidas por material adesivo plástico, são de fabricação norte-americana, marca Bushmaster, Modelo M-15.
Depois da prisão dos dois, em Campo Grande, a PRF localizou um terceiro homem, Felipe Jorge da Silva Freitas, de 36 anos, que também se identificou como pastor. Ele foi preso no bairro Nova Bandeirantes.
Com Sebastião e Felipe Jorge foram apreendidos R$ 2,5 mil, que teriam recebido do entregador das armas para despesas da viagem, e R$ 4 mil, arrecadados de fiéis nas cidades de Corumbá e Ladário.
O trio contou que ainda receberia R$ 20 mil para levar o armamento até o Rio e foi levado para a Superintendência da PF (Polícia Federal) em Campo Grande.
Fonte: Pantanal News / Gospel+
Via: Creio

Evangélica, mãe de Adriano, do Flamengo, faz grupos de orações para tirar o filho de confusões em favela do Rio

Evangélica, mãe de Adriano, do Flamengo, faz grupos de orações para tirar o filho de confusões em favela do Rio Dona Rosilda, mãe de Adriano, já organizou grupos de orações para tentar mudar a cabeça do filho. A informação está em uma reportagem de cinco páginas da edição deste domingo de ‘O Dia’ contando detalhes da rotina de festas e confusões do atacante no Rio.
Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Adriano, porém, nunca teria comparecido aos grupos de orações.
- Ele não dá notícias. Deixa de estar em casa, confortável, para ficar lá dentro do Cruzeiro. Dá mais valor aos meninos de lá do que à própria mãe – diz Dona Wanda, avó do jogador.
O jornal teve acesso a um vídeo feito pela polícia em que Adriano é visto na Vila Cruzeiro conversando com um traficante conhecido como Rala Rala. Porém, um policial que investigou o jogador garante que nunca foram vistas imagens de Adriano carregando uma arma nas visitas à favela.
Segundo o jornal, Adriano recentemente comprou duas motos para poder circular tranqüilamente pela Vila Cruzeiro. Em uma delas, teria queimado o pé, no episódio da bolha dias antes da penúltima rodada do Campeonato Brasileiro de 2009, em que o Imperador desfalcou o Flamengo no jogo contra o Corinthians.
A reportagem fala ainda das festas que Adriano faz na Vila Cruzeiro e na Barra da Tijuca. O jogador teria comprado uma serpentina que deixa o chopp a uma temperatura de dois graus em apenas 20 minutos. Entre as confusões geradas pelas noitadas estão ocasiões em que amigos teriam forçado o Imperador a treinar ainda embriagado por conta da noite anterior.
Uma das ressacas teria acontecido no dia em que a delegação do Flamengo encontrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pouco depois do título nacional. Adriano teria combinado com dirigentes do Rubro-Negro de ir ao encontro em Brasília, e o embarque estava marcado para 8h30m no Aeroporto Santos Dumont. Porém, ele ficou em uma festa em um hotel até 6h. Acordou às 11h, conseguiu fretar um jatinho e chegou no horário.
Fonte: G1 / Gospel+

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